Inauguração de Iluminação Pública a LED
27/11/2009
No âmbito do Projecto ILUPub – Melhoria da Eficiência Energética na Iluminação Pública, financiado pelo INAlentejo, a AREANATejo, a CIMAA e a EnergiaViva, em colaboração com as Câmaras Municipais de Castelo de Vide, Marvão, Portalegre e Sousel, vão instalar luminárias com tecnologia LED (light emitting diode) em quatro ruas destes municípios: - Rua de Santo António (Póvoa e Meadas, Castelo de Vide), dia 27 de Novembro, 19:00h - Rotunda e Vias de Acesso da Portagem (Marvão), dia 3 de Dezembro, 21:00h - Avenida do Movimento das Forças Armadas (Portalegre), dia 7 de Dezembro, 19:00h - Pedra Moura e Aldeia Nova (Sousel), dia 19 de Dezembro, 19:00h Os equipamentos aplicados, da marca UrbanLED, são produzidos em Portugal pela EXPORLUX, uma empresa accionista da Energia Viva, e resultam de uma parceria de desenvolvimento internacional com a PHILIPS Limuleds e com a FRAEN Corporate. Este projecto-piloto permitirá às autarquias uma redução significativa dos consumos de energia nestas instalações, e consequentemente, das emissões de CO2 associadas, reduzindo por sua vez os seus custos de exploração.
Por M!ro
Miguel Candeias de novo o 5º mais votado. Obrigado Sousel, e vamos continuar a apoia-lo. Parabéns Miguel. Vamos votar telefonando para 760 10 40 03
E porque este é um blog pessoal mas aberto a todos os que nele queiram participar, venho informar / perguntando o seguinte:
Ao final do dia 05 de Dezembro de 2009, ou seja, Sábado, eu Carlos Gil ao conduzir o meu automóvel pessoal, cometi uma infracção , pois conduzia sem cinto de segurança.
Ao parar o meu automóvel precisamente na fila das bombas de gasolina, um militar da GNR, bate-me no vidro do carro, pedindo-me de imediato os documentos. Após lhe ter dado os referidos, o mesmo agente disse-me que eu conduzia sem cinto de segurança e teria que ser autuado.
Dou os meus parabéns a esse agente, porque no cumprimento do seu dever faz prevalecer a legislação aplicando os devidos procedimentos, aos quais todos estamos sujeitos.
Contudo e porque não sou total conhecedor da legislação. Houve algo que me deixou perplexo e que pergunto:
1- Quando o agente da GNR, me pediu a documentação pessoal , do automóvel e disse-me que estaria a conduzir sem cinto de segurança, o mesmo agente disse-me que eu teria que me deslocar ao Posto da GNR, deslocando-se ele mesmo para o veiculo / Jipe com os meus documentos. . Antes que ele entrasse no referido jipe, perguntei-lhe.
- “O Sr. Desculpe mas, visto não poder deixar aqui o meu automóvel nas bombas de gasolina, e porque tenho ordem para me deslocar ao Posto e porque não tenho documentos, posso deslocar-me sem os documentos pessoais e do automóvel até lá?”
_ Resposta do agente.
-“ não há problema”.
a) Pergunto - É legal um condutor conduzir sem documentos? É legal alguém andar sem documentos?
2- Já no Posto da GNR, foi-me perguntado se estava em condições de pagar imediatamente a referida autuação no valor de 120,00 Euros. Como não tinha essa quantia na carteira respondo que não. Ao que me foi dito que então a referida carta de condução ficaria retida até pagamento.
Disse que iria buscar a carteira ao automóvel, pois tinha na mesma o cartão multibanco e cheques . Ao entrar no posto perguntei se poderia pagar com multibanco ao qual me foi dito que “ NÃO, por falta de meios.”. Perguntei também se poderia ou não pagar com cheque ao qual também me foi respondido. “ não”…sem qualquer explicação.
b) Pergunto – Qual a legislação que diga que eu ou outro qualquer cidadão, contribuinte não possa pagar as autuações de trânsito por cheque no acto e no imediato?
c) Porque não posso pagar por multibanco, visto até algumas viaturas da GNR, estarem munidas com o devido dispositivo para esse efeito e num posto da GNR, não ser possível tal faceta?
3- Quando o Agente me disse que a carta de condução ficaria retida no posto da GNR, até pagamento da multa, não me foi informado que , deveria o mesmo agente passar-me uma guia por 24 horas? Não sei se estou correcto ou errado , mas certo é que deveriam passar uma guia para que eu pudesse conduzir , pois sem carta de condução , ninguém pode conduzir, para que possa resolver a forma de pagamento?
Desloquei-me ao multibanco mais proximo e fiz o referido levantamento para pagamento da multa.
4- Pergunto também e porque também sei que a lei o permite, o porquê dos agentes poderem conduzir sem cinto de segurança sem sequer se lembrarem que dar o exemplo aos condutores, era sim uma mais valia a ser considerada?
Perante o sucedido seguirão estas mesmas perguntas para o Ministério da Administração Interna e para o Comandante de Posto da GNR de Sousel, afim de eu ver algumas das minhas perguntas/ duvidas, respondidas.
Mais informo que, por este poste, por estas perguntas enviadas ás responsabilidades Nacionais e locais, que espero não sentir de alguma forma qualquer tipo de pressão/ perseguição pessoal por esse agente de autoridade, pois assim sendo levarei até ás ultimas consequências este e qualquer outro que no futuro se venha a registar.
Não estou nem ninguém está acima da lei e por isso admito a minha infracção, mas os agentes da autoridade também não estão acima da lei.
Com os melhores cumprimentos:
Carlos Gil
Pousada de São Miguel encerrada para obras: verdade ou consequência?
Sim, é verdade que a Pousada de São Miguel se encontra fechada para obras, ao que parece até ao final de Março do próximo ano. Lá em cima vêem-se que as telhas foram praticamente todas retiradas (para que, segundo o que me contaram, os telhados e outros espaços possam ser impermeabilizados) e que existe algum entulho e algum material de construção espalhado pelo chão. Mas será que são obras a sério ou apenas retiraram as telhas para disfarçar e dizer que estão em obras, tornando esta situação num pretexto ou numa desculpa para encerrar a pousada e mandar os seus funcionários para casa? Será que é uma obra que demora
Sim, estas obras são, julgo eu, uma necessidade porque são consequência da passagem dos anos (funciona, penso eu, desde 1991 ou 1992), são consequência do desleixo de deixar os espaços ficarem degradados e desactualizados, são consequência da falta de investimento em recuperar e promover a pousada através, por exemplo, da criação de novos espaços e serviços, são consequência da reduzida manutenção que foi sendo feita e que permitisse que a pousada ficasse aberta durante todo o ano (basta olhar para o aspecto do parque de estacionamento), e são consequência da falta de adaptação aos tempos modernos em que a preocupação com as acessibilidades para pessoas com mobilidade reduzida é cada vez maior (muitas escadas e degraus e nenhum elevador).
Apesar destas obras actuais poderem, penso eu novamente, ser importantes, mais deverá ser feito para além da reparação dos telhados, sobretudo para que a pousada melhore o seu aspecto interior e exterior, a sua qualidade e os seus serviços, para que a pousada ganhe mais visibilidade no exterior, para que capte mais hóspedes e clientes, para que os seus cerca de 20 funcionários continuem nos seus postos de trabalho, para que Sousel possa orgulhar-se de ter uma pousada no seu concelho e daí aproveitar o que a pousada tem para oferecer em todos os aspectos.
A verdade e a consequência é que temos uma pousada encerrada, cujos proprietários preferiram fechar as portas quando se aproxima uma época de férias – o Natal, dois fins-de-semana prolongados, quando muita gente procura sair para fora cá dentro. A verdade e a consequência é que assim se perdeu esta oportunidade de a nossa pousada e dos seus funcionários ganharem mais uns trocos, trocos que também poderiam ser ganhos por outras empresas do concelho que poderiam beneficiar da abertura da pousada (restaurantes e fornecedores da pousada). Será que vai abrir, mais uma vez, de propósito para o jantar de natal do pessoal da câmara municipal? Será que irá abrir novamente e com cara lavada ou tudo ficará na mesma só com algumas telhas mudadas? Será que irá reabrir ou ficará fechada de vez? Vamos ver quais serão as verdades e quais serão as consequências. Teremos que esperar para ver….
Por colaborador
Edição nº 1705 - Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009
Cavaleiros do Álamo já têm sede
Com origem na Freguesia de Cano, em Sousel, o Grupo Motard "Cavaleiros do Álamo" comemorou, este Sábado, 10 anos de existência. Com esta celebração, que contou com a presença de muitos associados, a colectividade viu também a realização de um velho anseio. Repleto de sentimento, este espaço, agora à disposição dos "Cavaleiros do Álamo", imortaliza um sonho não só dos motards, mas também do seu criador, o saudoso Joaquim Bravo. À semelhança do que aconteceu com o Grupo Motard de Urra, só ao fim de uma década os seus homónimos da Freguesia de Cano, em Sousel, conseguiram também um espaço de convívio e trabalho, onde reúnem todas as condições, não só para se divertirem, mas também para agendarem e organizarem as suas iniciativas. E foi, sem qualquer dúvida, a melhor prenda que poderiam receber, uma vez que este novo espaço, além daquilo que representa fisicamente, tem também um percurso que, nos dias de hoje, é recordado com algum sentimentalismo por parte dos seus membros. O grupo nasceu, há 10 anos, através de um sonho do sócio fundador Joaquim Bravo que, bastante jovem, partiu para o Seixal, onde cumpriu Serviço Militar como fuzileiro. E foi nesta localidade que "ganhou o bichinho das motas" e se associou a um grupo motard pela primeira vez. Da tropa, Joaquim Bravo voltou para Sousel com o sonho de fundar um Clube Motard e ter um Bar, dois sonhos que conseguiu concretizar antes do trágico acidente que pôs fim à sua vida. Um abalo muito forte para todos os seus familiares e amigos que, no entanto, não deixaram desfalecer o seu sonho. O Bar Easy Rider, erguido tijolo a tijolo, por Joaquim Bravo, esteve encerrado ao longo de algum tempo, mas volta agora a estar no activo pelas mãos dos "Cavaleiros do Álamo", funcionando como sede, e prestando uma justa e bonita homenagem ao seu falecido fundador. No dia do aniversário e inauguração, foi pela voz do presidente da Assembleia do Grupo, João Verdugo, que ficámos não só a conhecer esta história, mas também as aspirações de um grupo de cerca de 35 motards nesta nova fase das suas vidas. "Hoje é um dia especial porque, ao fim de 10 anos conseguimos ter, além da sede, um factor de união. Um grupo sem sede é muito difícil de manter unido, uma vez que não há um ponto de encontro ou referência, e uma sede é sempre um local que todos frequentam, conversam e levam a família", explicou o motard, agradecendo ainda aos pais de Joaquim Bravo que, na sua opinião, "têm sido uns grandes amigos do grupo". Ainda de acordo com João Verdugo, que confessou que o Easy Rider já era um espaço de encontro entre os motards e a população, a conquista desta sede é mais do que a realização de um sonho, e apresenta-se também como um tributo ao seu fundador. "Temos cerca de 35 sócios, um número que tencionamos aumentar com a abertura da sede. Nunca alargámos porque não tínhamos este espaço, esta referência onde as pessoas pudessem conviver. É difícil implantar um grupo virtual, agora esperamos mudar", afirmou, agradecendo o apoio incondicional da Câmara Municipal de Sousel, não só com Armando Varela, mas também com os seus antecessores. Presente no local, o presidente da autarquia não quis deixar de aplaudir o esforço e dinamismo desta jovem associação e de todos os seus membros. "Homens bons fazem coisas boas", disse Armando Varela, revelando o episódio da última concentração em que, devido às terríveis condições climatéricas, esteve para não se realizar. No entanto, a organização foi em frente, e o encontro foi um sucesso. "O Cano continua a ser uma terra de sonhos.
É este espírito que o Alentejo precisa", declarou o edil, que não poupou elogios ao saudoso Joaquim Bravo e a todos os membros da colectividade.
http://www.jornalfontenova.com/main.asp?pag=noticia.asp&artigo=16&menu=1&cod_menu=102


Bairro Lopes, mais conhecido pelo bairro do Galvão, tem hoje uma densidade populacional que não tinha há anos atrás.
São muitas as crianças que residem naquele espaço. São mais os idosos que também residem naquele espaço.
Há dias reparei que uma dessas crianças não ficou por debaixo de um automóvel, por milagre. E ainda bem que esse milagre aconteceu.
A Câmara Municipal de Sousel, colocou, e quanto a mim muito bem, umas bandas às quais deveriam as mesmas servir para fazer abrandar a velocidade do trânsito. Os automobilistas aperceberem-se que quantos mais rápido passarem por elas menos são os tombos. Sendo assim, há que investir em novas formas de protecção de forma a fazer obrigar o trânsito a circular com mais precaução.
Pede-se á Câmara Municipal a resolução imediata do problema de forma a dar mais segurança a todos aqueles que residem nessa artéria de intenso movimento.
Lembramos que é por essa estrada que TODOS, se deslocam a Portalegre indo e vindo, principalmente ambulâncias, que todos vêm e vão para Santo amaro, tornando esta, uma via como uma das mais frequentadas por automobilistas.
Pede-se também á Câmara Municipal de Sousel, que nos dias em que o “ Autocarro mão amiga” esteja disponível para os Munícipes, que passem pelo mesmo bairro de forma a que os seus moradores possam beneficiar do mesmo para deslocação ao centro da Vila, que fica a mais de 1 quilometro de distancia. Fácil, aquando da vinda e ida Para Santo Amaro Basta parar. Certamente a ser uma realidade terá que haver a devida informação.
Mais se pede á Câmara Municipal que através dos seus meios de inspecção, verifique e actue quer ao nível da criação de animais, porcos, ovelhas, vacas etc.…, que obrigam os moradores a não terem sequer permissão de abrir uma janela de casa para entrada de ar, pois as moscas, o cheiro insuportável da urina dos animais não o permitem.
Existe uma vala por detrás das casas da rua principal ou seja Rua A que é exclusivamente para águas da chuva, mas a mesma está a servir de esgotos para aqueles que têm animais , cujos quintais dão para essa tal vala de função comum, para águas pluviais.
Obrigado pela atenção
Comissão de moradores do Bairro Lopes.
Uma escola…
Uma escola como todas as outras. Uma comunidade educativa tal como todas as outras. Alunos tal como todos os outros.
Houve um dia em que alguém se apercebeu de que algo não estava bem. Houve um dia em que alguém teve coragem para se insurgir contra alguns métodos usados àquilo que deveria ser instrução, educação aliada á amizade e relacionamento. Componentes necessárias á metodologia ao qual o aluno , sem medo, sem receio e com à-vontade certamente verá o seu percurso de aprendizagem ser o normal, ser o satisfatório, ser o percurso normal de qualquer criança.
Alguém se insurgiu contra o que deveria ser o acima descrito, por utilização de métodos totalmente diferentes daqueles relatados.
Alguém falou, escreveu e fez com que as instituições de alguma forma se apercebessem de que, o mau, estava instalado e de que alguma coisa haveria de melhorar.
Qual o aluno que ao passar pela sua professora, não gosta de cumprimentar, de falar, prova evidente do bom relacionamento existente entre ambos?
Qual o aluno que não gosta de recordar com saudade os seus tempos de infância da sua escola, do seu professor e dos seus colega? Certamente que todos. Mas houve um dia que alguém se apercebeu que o futuro em nada seria assim. Por isso esse alguém falau, esse alguém criticou, esse alguém perante as entidades responsáveis fez ver que algo não estava bem.
Após o assunto ser resolvido, encarado com frontalidade com seriedade, a atitude passou a ser diferente, as metodologias também passaram a ser diferentes e o relacionamento também passou a ser outro.
Alguns anos depois , verificamos que os mesmos métodos de relacionamento com discriminação á mistura, continuam agora com outras crianças e com outros intervenientes. Alguém nada aprendeu com as lições fora do contexto curricular. Alguém não aprendeu que estar e servir a comunidade educativa é ter-se gosto em estar, trabalhar e servir os outros( crianças). Alguém não aprendeu, pois problemas identicos continuam. Ou é falta de vontade, falta de paçiência ou uma grande falta de vocação. Chegou-se a dizer que nunca houve problemas a não ser com esse alguém. Pareçe não ser bem assim. Aliás , nunca foi assim...Deixou essa expressão, de fazer qualquer sentido pois...
Continuam as queixas, as mesmas que um “ alguém” o alguém protagonista deste texto, um dia fez ver que algo não estava bem.
Caros amigos , em nada o presente, tem que haver pessoalmente comigo nem com os meus. O passado já teve a minha interferência, com a insistência e exigência de trato igual para uns, o mesmo que outros têm , talvez pela sua condição social ou religiosa ou seja de que espécie for. Mas jamais me calaria nem me silenciarei ao saber que outras crianças estão a passar o que umas outras já no passado, passaram.
Á comunidade educativa, digo que este desabafo em nada tem que haver comigo ou com os meus. Mas um dia já teve haver. Um dia repito. Um dia em que eu julgava que a lição tomada serviria para o resto do percurso educativo de alguém responsável, de alguém com responsabilidade, de alguém que deveria servir todos de igual modo sem qualquer tipo de exclusão, sem qualquer tipo de diferenciação, sem qualquer tipo de preferência, porque as CRIANÇAS SÃO TODAS IGUAIS.
Á comunidade educativa digo que jamais se deverá dizer a qualquer pai, a qualquer responsável pela educação de uma criança, que o seu educando “NÃO FAZ CÁ FALTA”. Á comunidade educativa, digo que jamais uma criança deve sentir-se excluída. Á comunidade educativa digo que jamais uma criança deve ser posta de lado porque segundo critério do seu professor, NÃO ACOMPANHA COM A MESMA RAPIDEZ, OS OUTROS. Devem todos mas todos independentemente da sua cor, da sua religião, das suas condições económicas e sociais, serem trabalhados de forma a que o seu sucesso escolar seja o melhor possível. Devem todos mas todos os alunos independentemente dos adjectivos atrás mencionados, terem as mesmas oportunidades, sem quaisquer “ rótulos”, sem quaisquer indiferenças. Nenhuma criança deve de ter MEDO de ir á escola. Quando tal aconteçe, o insucesso é inevitável. É assim que eu vejo a Educação. É assim que eu vejo a Escola, é assim que eu vejo perante a nossa constituição, o processo , métodos educativos, e metodos de procedimento. Escola e trato igual para todos.
Á comunidade educativa digo para que duvidas não persistem com este desabafo o seguinte:
1- o mesmo em nada tem que haver comigo ou com alguém relacionado comigo.
2- Felizmente hoje . alguém relacionado comigo, não sente o que sentia quando frequentava o 1º ciclo do ensino básico. Descriminação.
3º- Este desabafo é fruto da revolta que sinto porque um dia eu resolvi enfrentar os problemas, ao qual penso, ter sido bem sucedido, e hoje parece que os mesmos persistem, com outras crianças.
4º- Para que não haja duvidas, a minha filha , Graças a Deus, hoje sente-se igual a todos os outros alunos, com algum sucesso escolar sem rótulos, e sem se sentir excluída e diferente dos outros porque teve os seus educadores( pais) que se insurgiram um dia contra alguns métodos aos quais não se reviam, nesta tão falada e tão usada como expressão…Processo educativo utilizado por alguns intervenientes directos ( professores) á revelia do Ministério da Educação.
Perdoem-me o extenso desabafo mas, a minha indiferença ao saber que outros estão a passar o que directamente eu e os meus passaram sem intervir, jamais fez, fará ou irá fazer parte da minha personalidade/maneira de ser.
Mais informo que outro post futuramente surgirá, mas desta vez e porque acho conveniente, para os pais.
Carlos Gil
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