Segunda-feira, 15 de Setembro de 2008

sousel (CÂMARA MUNICIPAL DE SOUSEL)

Diário da República, 2.ª série — N.º 176 — 11 de Setembro de 2008

Aviso n.º 23272/2008

…despacho datado de 30 de Junho de 2008, foi celebrado por 4 meses, contrato de trabalho a termo resolutivo certo na carreira/categoria de Sapadores Florestais, com início a 1 de Julho de 2008, eventualmente prorrogável por idêntico período, com os seguintes trabalhadores:

-Dinis Manuel Martins Mileu,

-António João Range Rebocho,

-Hugo Filipe Rebelo Peças,

-Paulo Jorge Mileu Bolas,

-Joaquim João da Silva Prates

-Nelson Jorge Clemente de Oliveira

Foram ainda celebrados por um período de 6 meses, contratos de  trabalho a termo resolutivo certo por despacho datado de 24 de Junho de 2008, com início a 1 de Julho, eventualmente prorrogável por idêntico período com os seguintes trabalhadores:

-Carlos Miguel Lopes Pereira — Técnico Superior de Gestão — Escalão 1 índice 321

 -José Daniel Arruda Casado — Técnico Superior de Turismo — Escalão 1 índice 321

4 de Setembro de 2008. — O Presidente da Câmara, Armando Varela

 

http://www.dre.pt/pdf2sdip/2008/09/176000000/3919639196.pdf

                                                                                                 

 


PUBLICADO POR: carlosgil às 19:28
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22 comentários:
De Anónimo a 29 de Setembro de 2008 às 12:39
Exmo. Sr. Carlos Gil,

Venho por este meio informar que continuo a aguardar pelas suas respostas.

Já que dei as minhas respostas através de um e-mail enviado no dia 22 de Setembro para o endereço souselalentejo@sapo.pt, também gostaria de saber as respostas às questões que o senhor me colocou e que me mostrasse os locais referidos, dado que eu sou uma pessoa muito curiosa.

Com os meus melhores cumprimentos,

Daniel Casado


De carlosgil a 29 de Setembro de 2008 às 19:39
Agradeço a sua atenção... E já que fez esta observação aqui no Blog, colarei o seu e-mail, para que todos possamos estar a par do tratado no seu dito por si escrito e-mail.
Carlos Gil


De carlosgil a 29 de Setembro de 2008 às 19:45
comentário do Sr. Daniel via E-mail que colo
PARTE 1
Exmo. Sr. Carlos Gil,

Como o texto está um pouco extenso, optei pelo envio ao seu mail do que proceder à sua publicação como comentário do Post.
(está à vontade se quiser publicar este meu comentário. Agradecia que não publicasse o que está assinalado a vermelho)

Em primeiro lugar eu não disse que estava farto de ser criticado no seu blog. Eu apenas disse que esta não era a primeira vez que o meu trabalho era posto em causa. Se bem se lembra e ainda não passou um ano, o senhor veio ao Posto de Turismo esclarecer um mal-entendido que transpareceu no seu blog e que era relativo ao concurso de iluminação e decoração de natal. Lembra-se de ter escrito que esta iniciativa copiava uma ideia do programa eleitoral do MIS? Eu não me esqueci.

Em segundo lugar, eu não critico os textos que coloca no seu blog, muitos dos quais até são úteis para o meu trabalho. O problema está em alguns comentários que surgem a partir de alguns “posts” que o senhor coloca. A liberdade de cada um acaba quando começa a liberdade do outro e por vezes esta liberdade não é respeitada nalguns comentários. Eu não estou contra a opinião das pessoas, ao direito e à liberdade de se expressarem. O que não concordo é com o facto de por vezes estes comentários atingirem algumas pessoas, especialmente desta vez em que me senti atingido por um ou outro comentário, o que foi suficiente para recorrer ao seu blog e expressar a minha opinião. Julgo que, apesar de não ser eleitor no concelho de Sousel, tenho também o direito cívico de defender a minha posição e o meu trabalho, tal como as pessoas também têm o direito de opinar. Eu não me indigno quando as pessoas criticam o serviço. Elas podem estar à vontade para criticar o serviço porque eu próprio sou o primeiro a criticar o meu serviço para que o possa melhorar. Apenas indigno-me quando criticam a pessoa por detrás do serviço.

Contra-argumentei porque não é o meu costume andar a criticar o que os outros fazem e porque não gostei de ter sido indirectamente “alvejado” por um comentário. Talvez pela pouca experiência profissional e por ser a primeira vez em que isto me aconteceu, ainda por cima por pessoas que não me conhecem ou que desconhecem aquilo que eu faço com aquilo que eu tenho, senti a necessidade de não ficar calado e de mostrar a minha indignação.

Em terceiro lugar reafirmo que não é mentira nenhuma quando eu digo que conheço o concelho melhor do que algumas pessoas que cá vivem. Isto deve-se simplesmente ao facto de já ter falado com pessoas, quer mais novas, quer mais velhas do que eu (tenho 26 anos), que não conheciam certas coisas (obvias) no seu próprio concelho (muitas vezes por rivalidades preferiam nem conhecer as outras freguesias – o que foi dito por gente nova e por gente menos nova). Mas também não é mentira que sei que há pessoas que conhecem o concelho muito melhor do que eu.
Admito também que não é por já conhecer grande parte do concelho, especialmente em termos físicos, que significará deixar de continuar a conhecer e de ter interesse em percorrer o concelho de lés a lés (o problema é que o que me falta palmilhar é o que está mais longe para lá chegar a pé). Sei que quem é de cá sente o concelho à sua maneira, conhece o concelho à sua maneira tal como eu procuro conhecer à minha maneira, aprendendo por conta própria ou com o auxilio de quem estiver interessado em contribuir para dar a conhecer um pouco mais da terra onde nasceu e vive. Sei que já palmilhei bastante, não mais do que os naturais e os habitantes locais, mas que palmilhei para e por locais diferentes, indo além de uma rotina diária pelos mesmos caminhos.

Em quarto lugar, quando me referi á possibilidade de o meu comentário vir a ser ou não publicado deveu-se ao facto de pensar que parte do seu conteúdo pudesse ser interpretado como ligeiramente ofensivo, embora eu o entendesse como se fosse unicamente defensivo, o que poderia por em causa a sua publicação, já que sei que o senhor descarta a publicação de comentários com teor mais ofensivo. Nada mais do que isso.



De carlosgil a 29 de Setembro de 2008 às 19:46
CITANDO DANIEL CASADO
PARTE 2
Em quinto lugar, é verdade que a nível de movimento de turistas Sousel não se pode comparar, de maneira nenhuma, a Estremoz, a Portalegre e a Vila Viçosa (ou a outros locais, em que já trabalhei, onde por mês eram atendidos mais de 1500 turistas), por exemplo. Mas afirmo que há pessoas interessadas em conhecer o concelho de Sousel e estando o Posto de Turismo aberto, pelo menos estas pessoas que vêm á procura de informações sobre o concelho têm um local para onde se dirigir.
Felizmente não é nula a vinda de turistas ao Posto de Turismo de Sousel e estamos a trabalhar para que apareçam mais. E felizmente o meu trabalho não se limita à recepção, atendimento e encaminhamento de pessoas. Tenho que estar devidamente preparado, tal como um guarda-redes que poderá ter sido espectador durante um jogo inteiro e que no momento da verdade não pode falhar por falta de aquecimento.
Infelizmente o concelho de Sousel não é mais procurado por turistas e visitantes devido à falta de mais e melhores factores de atracção, de recursos e de produtos turísticos em comparação com outros municípios próximos de Sousel. A culpa de haver poucas pessoas interessadas em conhecer o concelho é de todos nós: dos que criticam e dos que ficam calados, dos que fazem e dos que fazem nada, dos nossos antepassados e dos que estão cá agora, dos que destruíram o património e dos que não o conservam e protegem, de quem entendeu que o desenvolvimento do turismo passava unicamente pela caça e pela promessa na construção do Museu dos Cristos e das pessoas que ignoram ou se esquecem que existem outras potencialidades e recursos a explorar. O problema chama-se medo de arriscar, falta de €€€, falta de interesse e falta de vontade em todos nós. (ideias não me faltam e tenho dois relatórios de trabalho que o comprovam - “Concelho de Sousel – Sugestões para o seu desenvolvimento turístico”. Esteja à vontade se quiser vir dar uma vista de olhos a estes documentos).
Não sou defensor nem apologista de festas e outros eventos, mas em locais em que o património construído não é suficiente e interessante de modo a atrair turistas, este tipo de iniciativas é considerada como um meio alternativo, que infelizmente nem sempre resulta e que retira a possibilidade de se investir em algo de físico, concreto e duradouro que funcione durante todo o ano.



De carlosgil a 29 de Setembro de 2008 às 19:49
CITANDO DANIEL CASADO
PARTE 3
Por fim resta-me dizer que, quanto ao trabalho sempre dei mais importância à sua finalidade e utilidade do que ao seu reconhecimento. Se for útil e importante, mais tarde será reconhecido. Resta-me também dizer que não poderei escrever o livro porque não tenho veia de escritor. Sei que hoje em dia qualquer um escreve um livro. Tomara que os grandes escritores do passado tivessem tanta facilidade para publicar um livro como acontece hoje em dia, muitas vezes sem interesse nenhum, mas que acabam por ser best- sellers.
Por não ter esta veia de escritor, as respostas que procurei para as perguntas que faço e para as perguntas que me fazem costumam ser dadas no meu posto de trabalho e utilizadas sob a forma de folhetos e outras publicações de apoio turístico, podendo também ser encontradas no website da CMS.

Gostaria que as pessoas viessem até ao Posto de Turismo para procurar estas respostas, para que pudessem conhecer o trabalho desenvolvido no Posto de Turismo ou que apenas viessem para conhecer as suas instalações. As portas estão abertas e não ponho ninguém na rua. È um serviço para quem vem de fora mas também para quem está cá dentro no concelho. É um espaço que funciona como local para partilha de informações e, como não conheço todo e tudo o que há no concelho, gostaria que quem conhece um pouco pudesse também dar o seu contributo para que se possa dar ainda melhor a conhecer esta vila e este concelho. Deixo o convite a si e a quem cá quiser vir ao Posto de Turismo de Sousel. Tenho todo o gosto em receber quem cá quiser vir, seja para pedir informações, seja para dar informações.



De carlosgil a 29 de Setembro de 2008 às 19:49
CITANDO DANIEL CASADO
PARTE 4
No entanto e para aqueles que não quiserem cá vir, deixo aqui as minhas respostas, embora seja preferível que fossem dadas pessoalmente com o apoio dos mapas e das fotografias que aqui disponho, já que uma imagem vale mais do que mil palavras.

à Ponto mais alto do concelho – Marco geodésico do Caixeiro (construído em 1946) à 454m de altitude (Torna o concelho de Sousel no 7º mais alto do distrito de Portalegre e no 15º mais alto do Alentejo); Apesar de ter medo de alturas subi até metade do marco para poder tirar fotografias.
à Linha-férrea – Aproximadamente 17 kms de extensão (entre os Cardeais e o apeadeiro de Santo Amaro), totalmente ao abandono, com sítios onde os carris estão cobertos por vegetação impenetrável (especialmente no troço entre os viadutos sobre a Ribeira de Sousel e sobre a Ribeira do Lupe) ou por pequenas derrocadas de terra. A maior parte das solipas de madeira estão podres, alguns carris estão soltos, a estação está no estado que está, o apeadeiro de Santo Amaro foi totalmente arrasado e existem vedações a impedir a passagem nalguns troços da linha.
à Azenha do Mestre Vasco – em estado de ruínas e coberta por vegetação. Situa-se nas margens da ribeira de Sousel entre o viaduto da linha férrea e o viaduto da EN245, perto de uma propriedade denominada por “Montinho”.
à Ermida de São João da Ribeira – Em estado de ruínas. Situa-se na margem esquerda da Ribeira de Sousel, perto da Herdade do Arrepiado Velho e do pontão da Rascoa (na estrada de terra batida que liga a EN245 junto á Revenduda á estrada que liga Sousel a Figueira e Barros);
à Anta da Ovelha – junto do km 29 da EN 372 em direcção a Santo Amaro
à Cano-Sousel (a pé) à 1 hora; Casa Branca-Sousel (a pé) à 1:45horas; Santo Amaro-Sousel (1:45h)
à Azenha dos Falcatos e dos Condes à Ribeira de Ana Loura. Em estado de ruínas. É possível observar a represa e a levada bem como a mó da azenha.
à Fornos de Cal à Conheço 3 fornos, todos em ruínas e com árvores a crescer no seu interior. Um está junto ao Caixeiro, outro perto da Pousada e outro descendo pela serra de São Miguel em direcção á Serra de São Bartolomeu.
à Fornos de Carvão à Junto às azenhas do Cano (a caminho da Torre do Álamo) e na serra de São Miguel

Acho que respondi! Após deixar as minhas respostas, fico a aguardar que o senhor Carlos Gil me dê as suas. Assim beneficiamos de aprendizagem recíproca, o que não faz mal à saúde. Até agradeço que me façam perguntas, estou aqui para isso e também para ouvir as respostas para perguntas que eu não sei responder.

Tal como disse anteriormente, não conheço todo e tudo no concelho de Sousel e por isso, infelizmente, não sei as respostas ás suas questões. Agradecia que me pudesse responder e, se possível, mostrar-me tais locais. Relativamente à existência de grutas em Sousel sei que o conjunto formado pelas Serras de São Miguel, São Bartolomeu e Caixeiro são de origem calcária e que sob estas serras encontra-se um dos melhores aquíferos do Alentejo, que se estende desde o Cano até Estremoz e cujas captações de água permitem o abastecimento do concelho. A água deste aquífero, ao entrar em contacto com o calcário que forma as serras, provoca a sua dissolução criando uma rede de grutas, algares e outros fenómenos geológicos tal como acontece na zona de Ourém, de Fátima e noutras áreas das serras de Aire e Candeeiros. Sei que também se fala da existência de um rio subterrâneo e de haver o interesse em se proceder a estudos espeleológicos e geológicos na serra.

Agradeço a oportunidade em deixar expressas as minhas palavras e novamente dou-lhe os parabéns pelo blog, que serve de meio de informação e divulgação do concelho de Sousel.


Com os meus melhores cumprimentos,

Daniel Casado


De carlosgil a 1 de Outubro de 2008 às 22:31
PARTE 1
Caro amigo Daniel:
Gostei deste seu ultimo e-mail para comentário, bem mais humilde que o primeiro.

Gostaria e visto que V. Exa. falou no assunto de dizer:

1º- A forma como comentou sobre a minha ida á biblioteca faz transparecer a quem lê que eu, deslocai-me ao local mencionado para reivindicar a ideia do concurso. Há que saber utilizar a escrita de forma a que não fique em entrelinhas o que realmente é fundamental.
Quando fui ter consigo á biblioteca, foi com o intuito e para que todos entendam, de lhe fazer ver que um comentário na altura que V. Exa. proferiu neste Blog, poder-lhe-ia trazer alguns problemas profissionais. Como de forma alguma sou pessoa de prejudicar seja quem for, sugeri se queria ou não que o retirasse deste mesmo, pois eu não o queria fazer sem o seu consentimento. Penso que foi um gesto modesto ao qual parece não ter sido entendido por si como tal.

2º- O concurso Iluminação de Natal, estava no programa eleitoral do MIS. Se o senhor teve a ideia de o fazer, acredito que foi mera coincidência mas, tal como o posso provar através do endereço que colo, a ideia está efectivamente nesse programa. Basta clicar…veja a data.
http://miporsousel.no.sapo.pt/sousel/programa_eleitoral_AFS_2005.pdf



3º- Agradeço as respostas que deu ás suas próprias perguntas, mesmo sem que ninguém as tivesse pedido. Sugeri apenas que se arranjasse forma de dar as informações que tem aos munícipes, através de algum livro, ou de uma outra qualquer forma, para que todos saibam e conheçam o seu trabalho.

4º- Dizem os mais velhos, aqueles que de instrução académica nada têm mas que de Sousel, conhecem mais do que qualquer um dos letrados , que existe um túnel desde a Igreja do convento até á serra de são Miguel. Esse túnel servia de refugio ao Clero no tempo da inquisição.

5º- Dizem também os mesmos, aqueles que antigamente se deslocavam a pé quilómetros e quilómetros para os seus ofícios, quer nos fornos da cal, quer no acarretar da lenha, quer para os campos agrícolas etc…que há um buraco ao qual ainda hoje se interrogam se será ou não uma possível gruta, situada na estrada de João Basto , ou seja na antiga Estrada de Lisboa, do lado esquerdo à bifurcação , nessa mesma estrada. Muitos foram , ainda hoje vivos, os que tentaram descer ao dito, mas o certo é que quase todos por receio de perigo de vida, nenhum chegou ao solo. Existiam fotografias a preto e branco de uma pequena parte do interior dessa possível gruta, numa pequena loja de electrodomésticos hoje já fechada, na Rua das covas. Essas fotografias, foram vistas por mim mesmo, quando eu tinha 10 ou 11 anos , quando residia na rua da Amêndoa.

6º- Quando lhe fiz as perguntas sobre o túnel e as grutas, utilizei se não percebeu, a escrita em forma de ironia, da mesma forma com que V. Exa. perguntou aos Souselenses as questões que depois, veio a responder sem que ninguém lhe pedisse. Contudo conseguiu neste segundo comentário retratar-se com mais humildade, que não teria ficado nada mal, se fosse utilizado no anterior.



De carlosgil a 1 de Outubro de 2008 às 22:31
PARTE 2
7º- Lembro-lhe , como já o disse neste comentário que dantes os Souselenses deslocavam-se a pé, quilómetros e quilómetros, para os seus locais de trabalho, “palmilhando” hectares e hectares de terreno, e certamente que V. Exa. não conhece Sousel, como eles conhecem.

8º- O mérito do seu trabalho ninguém o tira, tal como ninguém tem o direito, de pôr em causa o conhecimento de alguns Souselenses sobre Sousel , como V. Exa. o fez.

9º- Estamos os dois de acordo numa questão. Cada um quando nasce, é registado com um nome. Esse nome no registo de nascimento, não inclui nenhum DR. nem atrás nem á frente. E como mandam as regras da boa educação, quem realmente o é, que são bem poucos diga-se de passagem, nem sequer se devem assinar como tal. São regras de “etiqueta” desconhecidas por muitos licenciados, com doutoramentos por fazer, por falta do “palmilhar de berço” . A utilização do “V. Exa.” ou do “ Sr.”, é normal para quem é , ou tenta ser educado. Dai as expressões por mim utilizadas. Tal como V. Exa. diz e muito bem, estamos todos em constante aprendizagem todos os dias, e se há algo que eu aprendi há muito tempo foi o facto de tentar sempre ser educado. Sou frontal, mas a frontalidade não deve ser confundida com arrogância nem com falta de educação.


10º- Tenho o meu trabalho. Sou pago para desempenhar das minhas funções que não inclui o ramo da investigação histórica do nosso concelho. Não leve a mal mas, pelo que me apercebi das suas palavras e pelo que V. Exa. comentou, parece-me que essa função cabe-lhe mais a si do que a mim. Muito embora aprecie e goste de saber e aprender sobre tal.

11º- Caro amigo Daniel, por ultimo digo-lhe que tudo o que originou esta troca de palavras, foi o facto de eu ter aprovado um comentário em que alguém dizia que não aprovava que vencimentos elevados, devam fazer-se com que os mesmos sejam mais elevados ainda. Ninguém o quis atingir nem magoar. V. Exa. é que se sentiu atingido, sem que ninguém saiba o porquê , pois que se saiba o seu contrato foi simplesmente renovado e muito bem, mas desconhece-se qualquer tipo de aumento no seu vencimento…será?

Continuação de um bom trabalho.
Carlos Gil


De Anónimo a 20 de Setembro de 2008 às 20:27
Olá Daniel!!

antes de iniciar o comentário em si quero felicitar-te pela paixão que deixas passar ao falares da tua função! É louvável!!!

Acredito que conheças muito bem sousel, com todas as voltas que deste no último ano.. mas deves recordar-te, foi apenas um ano, e por muito que conheças, levará muito tempo a assimilar os simbolismos de cada local... terás que concordar comigo, um souselense vê sousel de outra forma...

Até mesmo no que referes.. ao palmar fisicamente... n acredito que tenhas dado os passos que uma pessoa com toda uma vida aqui passada.

Repito que considero mt positivo o já profundo conhecimento que consideras ter, mas acredito também que essa possa saber a tua maior "limitação", pensar que já sabemos, ou que já somos, pode deixar-nos pelo caminho.. esta é pelo menos uma das minhas máximas!!

Fica-te bem valorizar o teu trabalho, mas também te fica bem ter consideração por uma pessoa alguém que é terra... que é sousel!

(foi construtivo... que o tenhas levado como tal)


De carlosgil a 20 de Setembro de 2008 às 02:15
Caro amigo Daniel:
Transpareceu-se no ar do comentário por si dito escrito, que “ está farto de ser criticado neste Blog”. Fez-se transparecer também que, se interrogou sobre se seriam os seus comentários aprovados ou não. Mais uma vez lhe digo que, este serve para informação, divulgação, opinião e justiça, tal como o tenho sempre dito até ao momento. O facto de eu colar neste mesmo ao qual, todos dizem não entrar mas que pelas visitas todos vêem, a publicação no Diário da Republica sobre a Câmara Municipal de Sousel, não tem , ao contrário do que muitos pensam , uma componente destrutiva, mas sim de informação que até ao momento antes deste existir, imperava o segredo do silêncio, fazendo os munícipes caírem na ignorância (não saberem) , do que demais concursos, renovações, reclassificações e outros artifícios legais , eram colocados á disposição de quem ganha o seu pão , ao serviço do Município. Enganem-se todos aqueles que, diferente pensam sobre a finalidade da colagem dos Diários da Republica, aqui neste Blog.
Não pode V. Exa. e nunca, ao serviço dos Munícipes, tal como todos os servidores do Estado ao serviço do mesmo, indignar-se sobre o que os Munícipes pensam deste ou daquele serviço, porque partindo do principio de que todos devem ter mãos para votar e cabeça para pensar, os mesmos também têm boca para criticar, sendo os mesmos, a favor deste ou daquele sector, deste ou daquele serviço, deste ou daquele evento, deste ou daquele acto cultural, politico, social ou de outra qualquer índole.
Não me pareceu que alguém o tivesse criticado. Aprovei um comentário ao qual, o mesmo referia que, vencimentos altos, não haveria necessidade de os fazer serem mais altos ainda. Foi o que depreendi das palavras do comentário, que certamente o fez contra-argumentar neste Blog.
Caro amigo Daniel, quantas e quantas vezes somos confrontados quase diariamente pelo desempenho que temos? Quantas e quantas vezes sou confrontado com os demais cidadãos, que se interrogam do porquê de eu trabalhar onde trabalho, e de os que criticam, não trabalharem aonde eu trabalho? Contudo, remeto-me ao silêncio porque sei que, o desempenho prestado, é avaliado por alguém, que não aqueles que me criticam e que mal dizem , simplesmente pelos motivos que V. Exa. frisou.
Quanto ao facto de conhecer Sousel tão bem como V. Exa. diz , e acredito que conhece, as perguntas que faz, espero vê-las respondidas , num possível livro sobre Sousel, ou mesmo no sitio da Internet da Câmara Municipal de Sousel, dando este a conhecer aos munícipes, aquilo que V. Exa. diz que os mesmos não conhecem, já que a nível de turistas, a pobreza das visitas é pobre ou mesmo para não dizer nula, para V. Exa. passar essa informação . Pelo menos o esforço do seu trabalho seria através destes meios , reconhecido pelo menos para os munícipes, os mesmos que são chamados a participar activamente em actos eleitorais, criando com esse mesmo acto o direito e o dever de intervirem, criticando positivamente ou negativamente sobre o que se vai passando e/ ou acontecendo, no concelho aonde os mesmos, praticaram esse acto de cidadania. Tal acto possibilita e legitima os mesmos, à intervenção através da opinião, também este, um acto de cidadania.
Por ultimo, quero dizer que reconheço o seu trabalho, e como V. Exa. fez tantas perguntas, mostrando ser conhecedor deste concelho, também eu gostaria de nos mesmos moldes fazer apenas duas, se me permite:
Sabe V. Exa. quantos metros ou quilómetros de corda (para medida de segurança), serão necessários para chegar ao fundo das grutas de Sousel?
Quantos metros ou quilómetros, mede o túnel que faz ligação entre a Serra de são Miguel e a Igreja do Convento?
Caro amigo Daniel, parabéns pelo seu trabalho, e obrigado pelo seu comentário.
Carlos Gil


De Anónimo a 18 de Setembro de 2008 às 10:19
Parte 2
Para quem critica e pensa que o trabalho é só aquilo que fica à vista de tudo e de todos, fique enganado porque o trabalho mais importante é o que não se vê. Que eu saiba as casas ainda se começam a construir a partir dos alicerces e não do telhado. Que eu saiba, quando a casa está pronta os alicerces não ficam á vista (são a parte invisível) e que eu saiba se os alicerces, que dão forma e sustentação, não forem fortes e resistentes, a casa vem abaixo. Por isso não critiquem o que não vêm. Pensem que o trabalho que fica á vista carece primeiro do trabalho invisível.

Engana-se quem pensa, por exemplo, que para colocar os sinais a indicar a localização do Posto de Turismo bastaria apenas comprar os sinais e espetá-los no chão. Se fosse assim comprava-se uns 20 sinais e no fim veria que afinal só eram necessários 7 sinais. E os restantes 13? Seriam vendidos na Feira da Ladra? Foi por isso que primeiro se procedeu à escolha dos locais mais adequados, á determinação da orientação dos sinais e do número específico de sinais, à averiguação de empresas fabricantes de sinalização, à verificação da disponibilidade financeira para aquisição do material e à sua compra. Ou seja foi feito o trabalho que não se vê, que permitiu poupar dinheiro e não estragar recursos. Nada disto ficou á mostra. O que ficou foram os sinais e o efeito para o qual foram destinados. O que interessa é fazer as coisas bem. Pensar e fazer é muito melhor do que fazer e pensar.

Despeço-me com os meus melhores cumprimentos, esperando que este comentário seja publicado e aguardando pelo dia em que finalmente deixarão de haver críticas destrutivas e em que comecem sugestões e opiniões construtivas. Infelizmente será algo de muito difícil de fazer neste concelho e neste pais. È mais fácil criticar e esconder a identidade.

Criticar os outros não fará de nós melhores pessoas nem melhores profissionais. Pensem nestas palavras se tiverem vontade para isso.

“A invisibilidade de um trabalho torna-se visível quando as pessoas têm vontade de conhecer o processo que o criou”

Daniel Casado


De Anónimo a 18 de Setembro de 2008 às 10:17
Parte 1

Cada vez mais vejo uns a criticar o trabalho dos outros. Chego á conclusão de que quem critica, ou sofre de dor de cotovelo ou não tem mais nada para fazer na vida. Por isso deixo este comentário, novamente a título pessoal e devidamente identificado (porque não tenho medo e vergonha de dar a minha cara e o meu nome ao que penso e às palavras que escrevo). A minha intenção passa por defender-me e não atacar ninguém, porque já não é a primeira vez que o meu trabalho é alvo de opinião neste blog.

Antes de continuar vou identificar-me. Chamo-me Daniel Casado e sou o Técnico Superior de Turismo referido neste Post.

Se renovaram o meu contrato foi porque mereci e porque trabalhei. Foi também porque fui o melhor classificado entre os mais de 20 candidatos (entre os quais a minha namorada que ficou em 2º lugar), foi porque agarrei com as duas mãos uma oportunidade que apareceu (estágio PEPAL com duração de um ano). Se cá estou não foi por ter pedido para vir ou para ficar, não foi por chorar e implorar para continuar. Foi porque não me limitei a ficar sentado, de braços cruzados, á espera que um turista distraído tenha descoberto Sousel no mapa.

Trabalhei com as armas e as ferramentas ao meu alcance, procurei conhecer um concelho que não era o meu (para quem não sabe eu sou dos Açores e a primeira vez que pôs os pés no concelho de Sousel foi para vir à entrevista de estágio, por isso vim para terras desconhecidas). Estou cá à 1 ano e quase 3 meses e passado este tempo tenho a liberdade e a confiança para dizer que já conheço o concelho de Sousel melhor do que grande parte das pessoas que já cá vivem uma vida inteira.

Por gosto, por dever e porque sou pago para trabalhar (um valor que é estipulado por lei nacional e não por lei da minha entidade patronal) já percorri a pé perto de 150kms, sempre com o objectivo de conhecer o concelho de Sousel para que o pudesse dar a conhecer. Para quem critica apenas deixo umas perguntas cujas respostas obtive ao longo do meu trabalho e das minhas caminhadas, muitas das quais feitas aos fins-de-semana e feriados (que supostamente são dias em que os funcionários públicos são acusados de não trabalharem):
- Quantos de vós que criticam sabem qual é o ponto mais alto do concelho e se alguma vez subiram ao seu topo? - Quantos de vós que criticam sabem quantos kms de linha-férrea atravessam o concelho e se alguma vez a percorreram de ponta a ponta? - Quantos de vós que criticam já foram ou sabem, por exemplo, onde fica a Ermida de São João da Ribeira, a Azenha do Mestre Vasco, a Anta da Ovelha, as azenhas dos Falcatos e dos Condes, os fornos de carvão, os fornos de cal, o vale da Ribeira de Sousel ou a Ribeira de Ana Loura? - Quantos de vós que criticam já estiveram na Torre do Álamo, já foram a pé de Casa Branca, do Cano ou de Santo Amaro até Sousel, ou já atravessaram as serras do concelho? - Quanto de vós que criticam já alguma vez na vida decidiu partir á descoberta do concelho onde vivem?

Eu sei, eu fui, eu conheço. Porquê? Simples. Porque trabalhei e porque tive vontade e necessidade de conhecer o concelho de Sousel para desempenhar um bom trabalho, para desempenhar o trabalho para o qual fui contratado. Foi porque me levantei da cadeira.
Mas o meu trabalho não se limita caminhar para conhecer o concelho e a atender e responder ás questões de quem aparece no meu posto de trabalho. Tenho orgulho no que fiz, no que faço e no que continuarei a fazer durante o período em que durará o meu contrato. Se tiver que sair sairei de cabeça levantada, não tendo que criticar o trabalho dos outros, não tendo que ter inveja de quem ficou ou de quem mereceu ficar. Tenho é que criticar o meu próprio trabalho e auto avaliar o meu desempenho para poder melhorar no futuro.


De Anónimo a 22 de Setembro de 2008 às 01:56
A AUTO-PROMOÇÃO também conta??????!!!!!!!!!! Não ha que estranhar. Já é habito por estas andanças.


De euzinha a 17 de Setembro de 2008 às 00:06
sapadores florestais????lool
sapadores da SAGRES!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
são mais 6 para eu pagar o ordenado, baaaaahhhhhhhhh...


De Anónimo a 17 de Setembro de 2008 às 17:02
está contra os sapadores florestais?????olhe eu não, porque aquilo que ganham pelo menos vê-se que andam por ai a fazer algo.....agora os outros de baixo, já ganhavam bem, para quê mais???????????


De carlosgil a 20 de Setembro de 2008 às 22:47
Cara amiga ou amigo, não sei bem porque teve medo de dar o seu nome.
Gostaria de saber também que trabalho faz V. Exa para dizer que paga aos sapadores. Não me diga que no fim, é através de algum sobsidio do Estado , ou do rendimento minimo? É que quando dizemos estas coisas devemos de dar a cara, não nos acovardarmos atraz de nomes falsos. Desde já lhe digo que...comentários iguais ao de cima, será o ultimo aprovado neste blog. E foi precisamente aprovado para que eu lhe podesse dizer o que estou a escrever agora.
sem mais...
Carlos Gil


De euzinha a 23 de Setembro de 2008 às 00:24
sr gil kuandu tiver oportunidade eu digo lhe kem sou, nao tenho medo nenhum...se eu vivesse de algum subsidio ou rendimento minimo se calhar tava bem melhor na vida mas por acaso trabalho normalmente como tu...este comentario ultimo k fiz nao foi mais além do k outros k tenho por aki visto, só nao sei kual é o seu espanto de eu dizer aquilo que vi com os meus proprios olhos e digo o k acho mal, afinal nao é o toda a gente faz aki neste blog?! se nao kiser publicar nao faz mal e se nao kiser responder é consigo, agora se é para uns é para outros. sempre o apoiei e defendi em sitios onde já ouvi falar mal de si, mas se nao estiver de acordo ficamos por aki...
espero que continue a divulgar neste blog assuntos do interesse do povo de sousel, e mostre a sua opiniao sempre, que por muitas vezes esta correcta. cumprimentos euzinha


De carlosgil a 23 de Setembro de 2008 às 18:18
Cara amiga:
Há outras formas de se dizer as coisas sem ofender ninguém. Dizer-se que uns funcionários passam a vida a beber cerveja, não é sério, justo e de certa forma está a por um grupo profissional em causa. Não é correcto fazer-se isso. Cá está, ha quem deva verificar essas situações, para posterior resolução. Mas cairmos no comentário em forma de ridicularização, não é correcto quanto a mim. E eu gosto da justiça acima de tudo. Todos nós erramos, todos nós cometemos os nossos erros, mas certamente que também temos qualidades e virtudes. Os rapazes estão a ganhar o pão deles, tal como todos nós na vida o tentamos fazer. Apontar-se o dedo educadamente, e identificar-mo-nos é sério, justo e correcto. Tudo o que for fora desse prisma, já não é correcto.
Carlos Gil


De Anónimo a 21 de Setembro de 2008 às 22:44
Não liguem porque é a concorrência a falar. Só que uns são vermehos os (euzinhas), e os outros são amarelos.


De Anónimo a 16 de Setembro de 2008 às 14:45
Porque não metem um leitor cobrador? porque fazem estimativas de gastos na ´qgua? para não pagarem cerca de 427,00 eutos a uma pessoa? Mas fazer contratos atraz de contratos e subidas desnecessárias a quem ja ganha bem?
pensem nisso.


De Luis a 16 de Setembro de 2008 às 19:19
Estou contigo amigo ''anónimo'' é só ''tachos'' atrás de ''tachos'' e nós a pagar-mos!!!! reparem só o que pagamos em resíduos sólidos na factura da água.....já viram.....o que pensam????? sabendo nós os habitantes que o conselho tem são muitos aéreos que se vão dos bolsos dos munícipes..........e o que vemos nós em nosso beneficio ????? vá digam se forem capazes!!!!!.
E eles de poleiro p´ra poleiro.


De Anónimo a 22 de Setembro de 2008 às 02:02
Não ha nada em nosso beneficio? ha sim senhor......FESTAS E.........ha....lembrei-me de mais uma.........as.......festas e claro mais festas. Estou a ser injusto porque me esquecia de frisar as........festas. Mas faz-se coisas em nosso beneficio....Olhe por exemplo, Festas. E claro , mais festas. HAAAAAAAAAAA , já me esquecia, e ..........festas claro, com as festas. viva festas.


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